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Crise no mundo aumenta o desemprego PDF Imprimir E-mail
Escrito por Administrator   
Dom, 29 de Abril de 2012 20:17

 

Falta de Emprego no mundo é 'alarmante', diz a Organização Internacional do Trabalho. Desde o início da crise, em 2008, faltam 50 milhões de empregos.

Relatório sobre o emprego no mundo, divulgado neste domingo pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), diz que é "alarmante" a situação global do trabalho e que não há sinais de recuperação em um futuro próximo. Desde o início da crise econômica, em 2008, faltam 50 milhões de empregos.

O problema é maior nos países desenvolvidos, especialmente os da Europa, onde o desemprego aumentou em 66% das nações. A organização não prevê recuperação do emprego na região antes do final de 2016.

A OIT antevê que uma nova fase, ainda mais "problemática", na crise global de empregos ainda está por vir. Uma das razões é que os países ricos tomaram medidas para buscar austeridade fiscal a qualquer custo e fizeram drásticas reformas trabalhistas. Como consequência, acabaram caíndo na chamada "armadilha da austeridade", uma espécie de círculo vicioso no qual um baixo crescimento econômico gera o aumento da volatilidade, contração do crédito, redução de investimentos e perda de empregos.

“A excessiva importância que muitos países da eurozona estão dando à austeridade fiscal está aprofundando a crise de emprego e poderá inclusive conduzir a outra recessão na Europa”, diz Raymond Torres, Diretor do Instituto Internacional de Estudos Laborais e principal autor do relatório.

O emprego informal aumentou em 26 das 50 economias avançadas analisadas. Metade dos países desenvolvidos também tiveram aumento do trabalho temporário.

Os jovens são os mais atingidos pela crise trabalhista. Em 80% dos países ricos houve aumento do desemprego juvenil, problema que afetou 66% dos emergentes. Em metade dos países ricos, mais de 40% dos desempregados estão fora do mercado há mais de um ano. São os chamados desempregados de longo prazo.

Desde 2007, apenas seis países ricos tiveram aumento de postos de trabalho: Alemanha, Israel, Malta, Polônia, Luxemburgo e Áustria.

 

Fonte: Jornal O Globo

 

 

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