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Ócio criativo ou embromação? PDF Imprimir E-mail
Escrito por Administrator   
Seg, 14 de Fevereiro de 2011 13:03

Profissionais admitem realizar atividades pessoais durante o horário de trabalho... E você? O que você faz no trabalho quando não está trabalhando?

A pergunta pode soar estranha, mas quem nunca aproveitou o horário do expediente para navegar na internet, pagar uma conta no banco, fazer a unha ou bater papo no telefone com um amigo?

Enquete feita pelo Boa Chance na internet esta semana também dá uma pista de como age o pessoal que costuma enrolar o chefe: 68% deles transitam sem critério de um site a outro, enquanto 12% perdem a hora trocando abobrinhas com os colegas e 10% dão uma fugida para resolver problemas pessoais. Pausas para quebrar a rotina são saudáveis e até recomendadas, dizem especialistas. O problema é quando as escapadas diárias ultrapassam os limites do bom senso, comprometendo a produtividade.

Por trás de tanta embromação está o avanço da tecnologia e a inserção das redes sociais no ambiente de trabalho, associados a um estresse que cresce à medida que o mercado se torna mais competitivo, afirma o consultor Christian Barbosa, fundador da Triad PS:

- Uma das maiores dificuldades do profissional brasileiro é controlar o tempo. A correria é tanta que, consciente ou inconscientemente, as pessoas tiram o foco das suas tarefas diárias para tentar relaxar um pouco.

Mas esse tipo de comportamento, obviamente, não é exclusividade nossa: um gráfico bem humorado publicado recentemente em sites agregadores de notícias - como o Blue Bus e o Fabulously Broke - mostra que, em média, os americanos desperdiçam, por dia, três das oito horas que passam no escritório. Eles admitem usar a internet para fins pessoais durante o expediente (64%) e considerar a possibilidade de pedir demissão caso a empresa venha a bloquear o acesso dos funcionários ao Facebook (39%).

- Ainda estamos aprendendo a nos relacionar com esse mundo conectado. Por isso há um certo descontrole. A tendência é as pessoas aprenderem, aos poucos, como lidar melhor com isso - explica Barbosa, ressaltando que, até lá, é contra as empresas bloquearem o acesso a sites de relacionamento. - Acredito numa via de mão dupla: da mesma forma que os funcionários devem exercitar o bom senso, as organizações devem estipular metas e criar regras de convívio.

 

O que você faz no trabalho quando não está trabalhando? A pergunta pode soar estranha, mas quem nunca aproveitou o horário do expediente para navegar na internet, pagar uma conta no banco, fazer a unha ou bater papo no telefone com um amigo?

Do total de horas que os brasileiros cumprem por dia no escritório, 40% são dedicadas a um tipo de ócio que nada tem de criativo, segundo pesquisa realizada pela Triad PS - consultoria especializada em produtividade, colaboração e administração do tempo - junto a dois mil profissionais.

É o que mostra reportagem de Paula Dias publicada no Boa Chance deste domingo. Enquete feita pelo Boa Chance na internet esta semana também dá uma pista de como age o pessoal que costuma enrolar o chefe: 68% deles transitam sem critério de um site a outro, enquanto 12% perdem a hora trocando abobrinhas com os colegas e 10% dão uma fugida para resolver problemas pessoais.

Pausas para quebrar a rotina são saudáveis e até recomendadas, dizem especialistas. O problema é quando as escapadas diárias ultrapassam os limites do bom senso, comprometendo a produtividade. Por trás de tanta embromação está o avanço da tecnologia e a inserção das redes sociais no ambiente de trabalho, associados a um estresse que cresce à medida que o mercado se torna mais competitivo, afirma o consultor Christian Barbosa, fundador da Triad PS: - Uma das maiores dificuldades do profissional brasileiro é controlar o tempo.

A correria é tanta que, consciente ou inconscientemente, as pessoas tiram o foco das suas tarefas diárias para tentar relaxar um pouco. Mas esse tipo de comportamento, obviamente, não é exclusividade nossa: um gráfico bem humorado publicado recentemente em sites agregadores de notícias - como o Blue Bus e o Fabulously Broke - mostra que, em média, os americanos desperdiçam, por dia, três das oito horas que passam no escritório. Eles admitem usar a internet para fins pessoais durante o expediente (64%) e considerar a possibilidade de pedir demissão caso a empresa venha a bloquear o acesso dos funcionários ao Facebook (39%). - Ainda estamos aprendendo a nos relacionar com esse mundo conectado. Por isso há um certo descontrole.

A tendência é as pessoas aprenderem, aos poucos, como lidar melhor com isso - explica Barbosa, ressaltando que, até lá, é contra as empresas bloquearem o acesso a sites de relacionamento. - Acredito numa via de mão dupla: da mesma forma que os funcionários devem exercitar o bom senso, as organizações devem estipular metas e criar regras de convívio.

 

Fonte: www.oglobo.com.br, acessado em 14/02/2011

 

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